Não se tem registro exato de quando
surgiu o Origami, mas acredita-se ter sido um costume religioso de épocas
antigas, quando as divindades, representadas em papel, decoravam os templos.A
prática do Origami favorece a concentração, destreza manual e paciência, além
da satisfação pessoal de poder criar formas apenas com um pedaço de papel.
O papel foi inventado pelos chineses
por volta do ano 105, e suas técnicas de fabricação foram mantidas em segredo
por séculos, pois a exportação desse material gerava altos lucros. No século
VII, monges coreanos levaram a técnica para o Japão e, um século depois, os
árabes obtiveram este segredo. Somente por volta do século XII a Europa veio a
conhecer o processo, que dois séculos mais tarde já se espalhava por todos os
reinos cristãos.
Embora essa arte tivesse origem na
China, a partir do manuseio do papel, foi no Japão que converteu-se numa
prática comum.
No Período Muromachi ( 1338 – 1576 ) o papel
tornou-se um produto mais acessível e o Origami começou a ser utilizado para
distinguir as diversas classes sociais, conforme os adornos que as pessoas
usavam.
A “democratização” do Origami surge durante o
Período Tokugawa (1603-1867). É neste período que surgem os primeiros livros de
Origami.
O primeiro livro com instruções surgiu em 1797 – Sembazuru Oricata (como dobrar mil tsurus).
Não se dobrou apenas no Japão, os muçulmanos também praticaram esta arte e levaram-na para Espanha. Os muçulmanos proibiam a criação de figuras, pois é contra os princípios do Islão, permitindo apenas o uso das dobras de papel para estudos matemáticos e astronómicos.
Os árabes optaram por investigar as diversas formas e propriedades de dobrar um quadrado e explorar diversas formas de cobrir as paredes de Alhambra com “tessellacions”, tendo aplicado também os seus avançados conhecimentos de trigonometria para mapearem as estrelas.
Após os árabes terem sido expulsos da Península Ibérica, pela inquisição, os espanhóis desenvolveram esta arte, chamando-a de piroflexia.
O pai do Origami moderno é o japonês Akira Yoshizawa. É a Yoshizawa que se deve a simbologia actual de instruções de como dobrar os modelos (Sistema Yoshizawa – Randlett, 1956 ). Este sistema é a contribuição mais importante para o Origami desde a invenção do papel, já que permite a difusão internacional das várias criações. Para Yoshizawa o Origami é uma filosofia de vida.
Hoje em dia pessoas, de todo o mundo, dedicam-se ao Origami, de várias formas. Tanto no desenvolvimento de figuras cada vez mais complexas, como no estudo matemático das várias dobras. Os japoneses utilizam, actualmente, esta forma de arte no seu Projecto Espacial.
O primeiro livro com instruções surgiu em 1797 – Sembazuru Oricata (como dobrar mil tsurus).
Não se dobrou apenas no Japão, os muçulmanos também praticaram esta arte e levaram-na para Espanha. Os muçulmanos proibiam a criação de figuras, pois é contra os princípios do Islão, permitindo apenas o uso das dobras de papel para estudos matemáticos e astronómicos.
Os árabes optaram por investigar as diversas formas e propriedades de dobrar um quadrado e explorar diversas formas de cobrir as paredes de Alhambra com “tessellacions”, tendo aplicado também os seus avançados conhecimentos de trigonometria para mapearem as estrelas.
Após os árabes terem sido expulsos da Península Ibérica, pela inquisição, os espanhóis desenvolveram esta arte, chamando-a de piroflexia.
O pai do Origami moderno é o japonês Akira Yoshizawa. É a Yoshizawa que se deve a simbologia actual de instruções de como dobrar os modelos (Sistema Yoshizawa – Randlett, 1956 ). Este sistema é a contribuição mais importante para o Origami desde a invenção do papel, já que permite a difusão internacional das várias criações. Para Yoshizawa o Origami é uma filosofia de vida.
Hoje em dia pessoas, de todo o mundo, dedicam-se ao Origami, de várias formas. Tanto no desenvolvimento de figuras cada vez mais complexas, como no estudo matemático das várias dobras. Os japoneses utilizam, actualmente, esta forma de arte no seu Projecto Espacial.
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